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Written by um religioso Passionista
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Saturday, 25 October 2008 09:08 |
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“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos Céus.” (Mateus 5,1-2)
Santos são os pobres de Cristo. Somos obrigados a prestar atenção a esta multidão de pobres voluntários ou involuntários, que em Deus depositaram a sua fé, a sua esperança e o seu amor.
Pobres são aqueles que nada têm em recursos materiais; mas têm tudo em recursos divinos, uma vez que têm Deus no coração.
Pobres são também os aflitos que choram ao verem os seus semelhantes chorar, sofrem ao verem os seus semelhantes sofrer; e não se conformam com a falta de fé, de esperança e de amor ou com a falta de pão, de emprego e de igualdade.
Pobres são também os mansos que não têm armas para se defenderem dos violentos: defendem-se apenas com as armas do perdão e da misericórdia.
Pobres são aqueles que têm fome e sede de igualdade; os que, por defenderem os sem-defesa, experimentaram torturas, são presos e até enfrentam morte violenta.
Pobres são os misericordiosos, que renunciam à vingança a fim de acabarem com o círculo do ódio. São os puros de coração e os honestos, que não se entregaram à libertinagem nem se deixaram subornar pelos poderosos. São os semeadores de paz, que não se deram com a lógica da agressão, da dominação e da competição. Deram-se apenas com a lógica do Evangelho, com a lógica da fé, do amor e da partilha fraterna.
É com tais personagens que precisamos entrar em comunhão: para aprendermos a ser iguais a eles, e restituir ao ser humano de hoje a esperança e a felicidade perdidas... |
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Last Updated on Saturday, 19 September 2009 08:46 |
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Written by um religioso Passionista
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Saturday, 25 October 2008 09:00 |
O SAMURAI
Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar da sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Numa tarde, um guerreiro, conhecido pela sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que o seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro nunca tinha perdido uma luta... Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar a sua fama.
Todos os estudantes manifestaram-se contra a ideia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras na sua direcção, cuspiu no seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, os seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se.
Desapontados pelo facto de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram:
— Como pôde o senhor suportar tanta indignidade? Por que não usou a sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós?
Se alguém chega até ti com um presente, e não o aceitas, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai.
A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos.
O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceites, continuam a pertencer a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de ti. Ninguém te pode tirar a serenidade, só se permitires!
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Written by um religioso Passionista
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Saturday, 25 October 2008 08:56 |
O LENHADOR E A RAPOSA
Um lenhador acordava todos os dias às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, parando só já muito tarde, pela noite. Ele tinha um filho lindo de poucos meses e uma raposa, sua amiga, que tratava como animal de estimação e que era de total confiança. Todos os dias, o lenhador — que era viúvo — ia trabalhar e deixava a raposa a cuidar do bebé. Ao anoitecer, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Sistematicamente, os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um animal selvagem e, portanto, não era de confiança. Quando tivesse fome a criança seria o alimento... O lenhador dizia que isso era uma grande estupidez, pois a raposa era sua amiga e jamais faria isso. Os vizinhos insistiam: Lenhador, abra os olhos! A raposa vai comer o seu filho. Quando ela sentir fome vai devorar o seu filho!
Um dia, o lenhador, exausto do trabalho e cansado destes comentários, chegou a casa e viu a raposa sorrindo como sempre, com a boca totalmente ensanguentada. O lenhador suou frio e, sem pensar duas vezes, deu uma machadada na cabeça da raposa. A raposinha morreu instantaneamente.
Desesperado, entrou a correr no quarto. E encontrou o seu filho no berço, a dormir tranquilamente e, ao lado do berço, uma enorme cobra morta.
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Written by um religioso Passionista
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Saturday, 25 October 2008 08:53 |
AS SETE MARAVILHAS DO MUNDO
Um grupo de estudantes estudava as novas sete maravilhas do mundo. No final da aula, a professora pediu-lhes que fizessem uma actualização à lista, de acordo com o gosto deles. Embora houvesse alguns desacordos, estes foram os resultados:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As Pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basílica de São Pedro
Ao recolher os votos, a professora reparou numa estudante muito quieta. A menina ainda não tinha virado a sua folha. A professora, então, perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.
Meio duvidosa, a menina respondeu:
— Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitas as maravilhas.
A professora disse:
— Bem, diga-nos o que tem e talvez possamos ajudá-la.
A menina hesitou um pouco, então leu:
— Eu penso que as sete maravilhas do mundo são:
1 — VER
2 — OUVIR
3 — TOCAR
4 — PROVAR
5 — SENTIR
6 — PENSAR
7 — COMPREENDER
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